sábado, 30 de abril de 2011

Estilista faz réplica do vestido de Kate Middleton em tempo recorde em SP

Cláudia Rocha começou a fazer o vestido depois de ver a noiva entrar na igreja. Noivas e profissionais da área ficaram atentos aos detalhes da cerimônia em Londres, destacou o Jornal da Globo.
Cópia em tempo recorde: a réplica do vestido da princesa foi feita por uma estilista de São José dos Campos, interior de São Paulo.
“A hora que ela parou na porta da igreja pra entrar, eu olhei bem o vestido e falei: vou fazer esse vestido agora e vim para o ateliê correndo. Aí ai foi uma loucura, uma loucura mesmo”, conta a estilista Cláudia de Azevedo Rocha.
A tendência também já apareceu na rua das noivas na capital paulista: véu cobrindo o rosto, cauda comprida e mangas longas e rendadas.
“Tenho certeza que a partir de amanhã, como aconteceu com Lady Di, vai virar febre com certeza. Até porque é um vestido muito elegante”, diz o estilista Tom Félix.
Na feira de noivas, em São Paulo, o casamento real foi o assunto do dia. A decoração da igreja chamou a atenção da florista Ani Perri. “Prevaleceu o verde, ausência de flores, isso que surpreendeu porque toda noiva gosta de flor. Tudo muito discreto e elegante”, fala a florista.
Muita gente já está procurando adornos semelhantes aos que foram usados pela princesa Catherine, o discreto par de brincos e a tiara delicada.
“Já está bombando. Vai ter que fazer mais encomenda? Com certeza”, avisa a vendedora Elaine Aparecida Gouveia.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Jornalista comemora 15 anos como recordista do Guinness Book

O jornalista e radialista Lile Corrêa apresentador do Programa Show de Prêmios, que alegra milhares de ouvintes brasileiros e paraguaios no horário das 9h às 11h, de segunda a sexta-feira na Líder FM 104,9 de Ponta Porã (MS), comemora nesta sexta-feira 29 de abril, quinze anos como recordista Bi-Mundial, incluso no Guinness Book, o Livro dos recordes.
GUINNESS BOOK
Luís Henrique Nunes Corrêa, conseguiu incluir o programa de Rádio Show de Prêmios no Guinness Book em 1996 e 1997. Com isso, o recorde de “locutor mais rápido do mundo atendendo telefonemas” permanece imbatível há 15 anos.
O programa citado no Livro dos Recordes como “a maior participação em um programa de rádio no Brasil”, recebeu 372 ligações telefônicas ao vivo durante o Programa Show de Prêmios, na Sociedade Rádio Ponta Porã (MS), em 29 de abril de 1996. Cada atendimento telefônico teve tempo recorde de 4,8 segundos, em um fluxo normal, sem interrupção.
De acordo com Lile Corrêa, colocar no nome de Ponta Porã no Guinness Book por duas vezes “é motivo de orgulho para todos nós; agradeço a Deus a oportunidade de poder voltar à fronteira, podendo reeditar a Líder FM com uma equipe de profissionais que fazem a diferença na comunicação”, concluiu.
PARTICIPAÇÃO
Lile Corrêa faz a alegria dos ouvintes, com entrega de vários prêmios para quem está com o som do rádio sintonizado na 104,9. Entre os quadros do programa estão ‘Top 15’ (as músicas mais pedidas da programação), ‘Desafio Stop’, ‘Aniversariante do Dia’, ‘Torpedo Premiado’ e a promoção: ‘O que você faria com R$ 104,90?’ A resposta mais criativa ganha o dinheiro.
O ouvinte Líder tem ainda à sua disposição informação, o que acontece nas novelas e uma mensagem de otimismo, podendo participar ao vivo pelo telefone (67) 3433-1049 e 9991-5831. Os internautas podem conferir a nova programação através do endereço eletrônico http://www.liderfmms.com.br/ e interagir pelo MSN jornalistalilecorrea@hotmail.com

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A maior audiência da história, público recorde vai acompanhar casamento real


Dois bilhões e meio de pessoas ao redor do mundo devem acompanhar a cerimônia do casamento de William e Kate, destacou o Jornal da Globo.
Faltam três dias para um casamento que atrai enorme atenção internacional: o do príncipe William, aspirante ao trono do Reino Unido, com a plebeia Kate Middleton.

Dois bilhões e meio de pessoas ao redor do mundo devem acompanhar a cerimônia.
Parece um contos de fadas moderno, mas é real. Era uma vez uma plebeia de 20 anos, 1,78 metro, corpo prefeito e longos cabelos castanhos. Ela resolveu participar de um desfile de moda beneficente na universidade onde estudava, na Escócia.
Na primeira fila estava seu príncipe. Um jovem também com 20 anos, loiro, alto, bonito, e um dos solteiros mais cobiçados do planeta: William, o primogênito de Charles e Diana.
Catherine Middleton desfilou com um vestido totalmente transparente e apenas duas peças de lingerie pretas por baixo. Era abril de 2002. Começava um namoro que durou oito anos até virar noivado em 16 de novembro do ano passado. Tempo suficiente para Kate, como é conhecida, aprender os protocolos da realeza.
Ela será a primeira mulher de um monarca britânico a ter se formado na universidade e vivido com o noivo antes do casamento. Os dois moram juntos desde 2003.
Há 350 anos, um príncipe herdeiro não se casava com uma plebeia. Esse casamento ajuda a monarquia britânica, que tenta se adaptar às mudanças que ocorrem fora do palácio, a se aproximar dos súditos.
Depois de uma sucessão de escândalos, que envolveram infidelidade e divórcio dos dois filhos da rainha Elizabeth, Charles e Andrew, a união de William e Kate é tida com uma chance de recuperar a imagem da família real britânica.
“O casamento é um grande conto de fadas que terá como finalidade consolidar cada vez mais a monarquia. Esse casamento parece recompor as coisas e limpar a área das bobagens que a monarquia fez ao longo dos tempos”, diz o professor de história contemporânea, Alexandre Hecker.
Cerca de 35% da população mundial devem acompanhar a cerimônia pela televisão, internet e rádio. São quase 2,5 bilhões de pessoas. Um recorde absoluto. A maior audiência da história.
Mais de um milhão de turistas é o que Londres vai receber no dia do casamento. Os órgãos de turismo do país fizeram as contas: mais de um bilhão de reais vão ser injetados na economia britânica. Metade disso com gastos com alimentação e bebida.
Nos hotéis, o período de reserva disparou quase 300% e muitas lojas vão ficar abertas, apesar do dia ter sido decretado feriado nacional. A pompa da festa vai ser bancada pela monarquia.
A rainha e o príncipe Charles, pai do noivo, fizeram questão de dizer que vão pagar com recursos próprios. E, pela primeira vez na história, a família da noiva também vai contribuir.
Segundo jornais, com mais ou menos R$ 250 mil. Até agora, nenhum número oficial foi divulgado, mas especula-se que o preço da cerimônia fique em torno de R$ 50 milhões.
Os lojistas inventaram de tudo para vender: tem caneca, toalha, bandeja, até bichinho de pelúcia com a data do casamento. Um negócio altamente lucrativo. A venda dos produtos vai faturar mais de R$ 400 milhões. (Foto Oficial do Noivado Willian e Kate: Mario Testino / Reuters)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Guinness: Beatles 4Ever cantam musicas dos 16 LPS dos Beatles


Perto do fim da maratona beatlemaníaca no Bulevard São João, o baterista da banda Beatles 4Ever conversou com o G1 sobre os percalços vividos durante essas quase 24 horas de performance. Tudo começou às 18 de sábado (17) e termina às 18h deste domingo (18). “Com certeza faria de novo”, garante Ricardo Felício, o Ringo dos Beatles 4ever.

A banda aceitou o desafio de tocar todas as canções dos 16 discos já lançados pelos Beatles. Entre cada LP, eles tinham 30 minutos de descanso, mas os integrantes não conseguiram tirar sequer um cochilo, revelou a produtora Monika Cavalera.
“O grande problema é que a gente vai ficando sem voz para cantar. Até tive que proibir o John e o Paul de darem entrevistas. Se fosse só instrumental, poderíamos tocar até por mais tempo”, diz Felício.
Segundo Monika, essa foi a segunda maratona protagonizada pelo grupo cover. Em 2007, eles tocaram por 16 horas – sem pausas, como dessa vez – em um hotel em São Paulo. O feito anterior rendeu uma vaga no Guinness, disse ela. (Foto: Flávio Moraes)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

JN: Esportistas tentam se aprimorar em modalidades cada vez mais velozes

No vôlei, a rapidez da bola marca a diferença entre gerações. E para lidar com saques que alcançam 200 km/h, o técnico da seleção masculina, Bernardinho, inventou um exercício, destacou o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão.
Quem acompanha esportes há mais de dez anos nota a diferença. Algumas modalidades se tornaram mais rápidas, com lances e movimentos muito mais velozes. O repórter Guilherme Roseguini mostra como os jogadores têm sido obrigados a se adaptar a essas mudanças.

Thomaz Bellucci, o número um do tênis brasileiro, sabe bem por que o técnico exige tanta velocidade. “Antigamente, 10 ou 15 anos atrás, não era tão rápido. Os caras sacavam a 180 km/h, 190 km/h. Hoje em dia, os caras sacam a 240 km/h, 230 km/h”, afirma o jovem.
Até mais, na verdade. Neste mês, o croata Ivo Karlovic quebrou o recorde de serviço mais rápido da história ao sacar a 251 km/h.
Mas como treinar corpo e mente para reagir a um lance assim? “Tem que ser meio mágico, tem que inventar algumas coisas”, afirma o técnico Larri Passos.
O cérebro de um atleta demora dois décimos de segundo para perceber o movimento da bola através dos olhos e planejar a ação do corpo para alcançá-la. Parece rápido, mas, no tênis, em um saque de 250 km/h, a bola percorre mais da metade da quadra nestes dois décimos de segundo. Ou seja: quando o tenista compreende a trajetória da bola, ela já está quase a 10 metros do corpo dele. Suas chances de rebatê-la seriam mínimas.
É por isso que o atleta precisa apurar bastante seu reflexo e suas reações, a ponto de conseguir realizar movimentos rápidos de forma automática, quase sem pensar. Treinar para isso exige muita criatividade.
O técnico Larri Passos, por exemplo, criou um exercício em que troca a bolinha de tênis por bolas de dois quilos. Serve para ajudar o atleta a movimentar o quadril com mais agilidade. “O cérebro dele tem quer se automatizar. Tem que girar o tronco para não dar para pensar”, aponta.
O técnico também criou um cabo de raquete preso a um elástico, que ajuda a tornar o braço do atleta mais ligeiro para as rebatidas. “A musculatura dele vai ficar muito melhor, vai reagir muito melhor”, destaca.
Reagir rápido ajuda, mas pode não ser suficiente no futebol. Uma cobrança de pênalti pode alcançar, hoje, 110 km/h. Se esperasse o tempo que o cérebro precisa para ver aonde a bola vai, o goleiro só iniciaria o salto quando ela já tivesse percorrido mais da metade da distância até o gol. Assim, seria impossível chegar perto da trave e defendê-la.
Por isso, goleiros estudam cada vez mais os batedores e tentam prever o destino da bola. Se antecipar é a grande arma deles contra a velocidade.
No vôlei, a rapidez da bola marca a diferença entre gerações. “Um dia, nós estávamos assistindo a um vídeo antigo em uma festa de aniversário minha, e meu filho Bruno brincando disse: isso que você jogava era voleibol? Porque a velocidade era outra”, conta o técnico da seleção masculina de vôlei, Bernardinho.
Para lidar com saques que alcançam os 200 km/h, Bernardinho inventou um exercício. “O que nós fazemos, no treinamento, é colocar uma mesa ou alguém sacando não na distância da linha de fundo da quadra, mas bem para frente, dificultando a situação da pessoa que vai receber o saque, para, quando o atleta vai sacar da distância normal, você consiga ter alguma chance contra esse aumento de velocidade”, explica o técnico da seleção masculina de vôlei.
A distância menor obriga o atleta a reagir rápido para alcançar as bolas. Por enquanto, está funcionado. “Eu não sei até onde o vôlei pode chegar. Eu não sei até onde essa velocidade pode aumentar. Quem sabe meu filho vai bater nas minhas costas e perguntar se esporte que eu jogava antes”, diz o levantador da seleção Bruninho.